Tagged: Música Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • CarlaOliveira 20:55 on 04/07/2010 Permalink | Responder
    Tags: , , Música   

    Uma palavra a dizer. 

    Aliás, muitas.

    E isto sou eu: ainda agora disse uma coisa e já me apetece dizer outra. Ainda agora estava alegre e bem disposta e bastou um estalar de dedos para me pôr completamente fora de mim… E depois tudo o que sinto e sei é que “Life is a rollercoaster you just got ride it”.

    Don’t fight it…

     
  • CarlaOliveira 17:45 on 16/03/2010 Permalink | Responder
    Tags: Música, , Sentimentos   

    Hopes and Expectations… 

    Os Muse marcam uma fase da minha vida em que sentia que a minha energia electrificante servia para iluminar. O CD ficou no meu carro. Foi ficando. Hoje rendo-me a ele com a consciência de que e é exactamente essa a memória que fica de mim – a energia electrificante. Orgulho-me de não me ter deixado ir nesse momento… Never fade away. Mesmo quando questionamos se valerá a pena.

     
    • NS 13:56 on 04/08/2010 Permalink | Responder

      Sem dúvida, electrificante e iluminadora, minha querida!

      (Até já me ocorreu ir ter uma conversa muito séria com a tua mãe para saber se em pequena a mania da adrenalida te fez enfiar os dedos na tomada eléctrica. É que é tão BOM que até custa a acreditar que se pode ser sempre assim!)

      Bjnhs 😛

  • CarlaOliveira 18:58 on 08/08/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Música   

    A pomba e a gaivota 

    A pomba e a gaivota. Por terra e por mar, a voar. Eis como duas aves se tornaram musas de escritores e poetas como símbolos da dor, da distância, da vontade, do amor. Ou da falta dele. Aliás, ou da perda dele…

    Podia dissertar. Podia interpretar, mas assim como escritores e poetas se fizeram valer da pomba e da gaivota à solta no céu para exprimir a dor, também eu me faço valer do universo simbólico que estas significam para não as confinar a uma reles interpretação.

    As interpretações que vos proponho não confinam sentidos, mas estimulam-nos pela música. Duas versões incontornáveis que me despertaram pela fantástica coincidência de sentido. Uma, impossível passar ao lado: recém-editado álbum Amália Hoje, a versão da Gaivota de Amália pelos The Gift. A outra, impossível de esquecer: Em Hable com Ella de Almodôvar, a Paloma, na voz do inconfundível Caetano Veloso.

    “Nesse céu onde o olhar / é uma asa que não voa /esmorece e cai no mar”

    http://www.youtube.com/watch?v=BgQeJ6BqRLI

    “No llores / Las piedras jamás / Que van a saber / … / De amores”” 

     
    • Zorze 1:25 on 09/08/2009 Permalink | Responder

      Após ler mais umas letras tuas, eis que me lembro de um romance de Richard Bach publicado em 1970, onde uma gaivota, decide que voar não é apenas uma forma de se movimentar e desenvolve um fascínio pelas acrobacias. Com isso transforma o grupo de gaivotas do seu clã.
      Dividido em três parte, conta a história de um jovem frustrado com o materialismo e o significado da conformidade e da limitação da vida de gaivota, mas ele, de seu nome Fernão, esforça-se para atingir objetivos e vôos mais altos, muitas vezes bem sucedidos, mas eventualmente sem conseguir tanto quanto desejaria. De súbito é, encontrado por duas radiantes gaivotas que explicam-lhe que ele já aprendeu muito, e que agora elas estão lá para ensinar-lhe mais. Ele então passa a segui-las.
      Fernão passa a viver numa outra sociedade onde todas as gaivotas desfrutam da paixão pelo voo, onde ele só é capaz de praticar essa habilidade após duras horas de muito treino de vôo. Nesta outra sociedade, o respeito real surge em contradição com a força coercitiva que estava no antigo bando. O processo de aprendizagem, que liga os professores altamente experientes aos alunos dedicados, é aumentado a quase um nível sagrado, sugerindo que esta pode ser a verdadeira relação entre homem e Deus.
      Depois das últimas palavras da professora de Fernão: “continuar trabalhando para amar”, Fernão entende que o espírito não pode ser verdadeiramente livre sem a capacidade de perdoar, e o caminho do progresso passa pela capacidade de tornar-se um professor – e não somente pelo trabalho árduo como aluno.
      Então Fernão decide volta para o antigo bando para partilhar as suas ideias novas e descobertas recentes proporcionadas pela sua grande experiência. Pronto para a difícil luta contra as actuais normas da sociedade que o viu nascer.
      Uma história que fala sobre a liberdade, aprendizagem e amor de seu título Fernão Capelo Gaivota
      Ficou-me na mente que:
      A capacidade de perdoar parece ser uma obrigatoriedade para a condição de passagem.
      A ideia de que os mais fortes podem ir mais longe, deixando para trás os amigos mais fracos, parece totalmente rejeitada…
      Daí, o amor e o perdão merecem respeito e parece ser igualmente importante para o libertar da pressão de obedecer às regras apenas porque são comummente aceites.
      Zinhos e uma boa noite de trabalho

    • Nuno Massano 2:11 on 09/08/2009 Permalink | Responder

      Sempre pensei porque é que as aves são tão referenciadas por diversos autores. Talvez seja o óbvio, o desejo de liberdade. E seremos realmente livres? Não é esse o nosso desejo? As aves transmitem-nos uma mensagem de liberdade com que sonhamos, não termos horas para nada, partirmos à descoberta, conhecermos novos mundos, não nos confinarmos ao mesmo local.
      Mas não só escritores querem “voar”, também compositores. E quem melhor que os Pink Floyd e o magnífico “Learning To Fly”? E o David Gilmour, outro apaixonado por aviões? LOL Tinham de vir os aviões.
      Mas não é esse também o desejo dos pilotos, dar asas aos seus sonhos?
      Mas acima de tudo, “voar” é muito mais que abrir asas e partir à descoberta. Voar é também sonhar. E quem não sonha? Sonhamos como seríamos numa outra vida, sonhamos com alguém, sonhamos connosco. Sonhamos acordados. Constantemente.

  • CarlaOliveira 20:16 on 17/05/2009 Permalink | Responder
    Tags: , , Música   

    A gravidade emocional (e o devaneio mental) 

    Assim como na atmosfera terrestre, também no mundo dos seres sensíveis existe um certo tipo de gravidade – a gravidade emocional. A diferença é que no mundo terrestre essa força de atracção é equitativa ou proporcional entre os dois corpos. Rege-se por regras matemáticas ou leis físicas que a Razão conseguiu compreender com a ajuda de uma simples maçã.

    Já no Mundo dos seres (ditos) sensíveis, essa força de atracção não é nem equitativa, nem proporcional, nem explicável por equações ou fórmulas matemáticas ou lógicas. Pelo contrário, a maçã serviu para inscrever no mundo sensível o pecado.

    Parece que as duas histórias se unem, não pelas leis da gravitação de Newton, mas talvez pelas leis da inércia… Quem sabe! Vejamos… O pecado e os corpos giram numa órbita cujo centro será, talvez, a emoção. As forças não são proporcionais e o pecado parece ser o rei dos corpos que giram em torno dessa emoção. O ciúme, o orgulho, a ira… provavelmente esta seria uma galáxia com 7 astros e uns quantos satélites…

    Agora imaginemos que no Mundo Terrestre resolvia acontecer como no mundo sensível. Já viram o que seria se a Terra amuasse e deixasse de exercer força de atracção?! O Sol, claro, contrariado, ergueria o seu nariz empoleirado no seu orgulho e vaidade. Os pecados seriam os primeiros a cair. Na tentação, claro! O ciúme viria a reboque da gula, a inveja cairia rapidamente com a avareza e a preguiça, claro, seria a última a cair. O orgulho?! Esse de certeza que iniciaria um protesto revolucionário contra o amuo e contrataria o Sol para seu embaixador. De repente, a inércia iria perder-se… A órbita perderia o seu rumo e a galáxia desmoronar-se-ia em três tempos.

    Felizmente que ainda há diferenças entre o mundo terrestre e o mundo sensível. Primeiro, porque não teria piada nenhuma viver num mundo sem pecado nem tentação. Depois porque se acontecesse como no mundo sensível, em vez de um, iríamos ter muitos “Big Bangs”… …  … por dia!

    Esta história toda foi só um devaneio provocado pela minha vontade de partilhar convosco uma música. Chama-se Gravity, é cantada por Sarah Bareilles e fala de emoções.

    Oiçam aqui.

     
    • Telma 15:28 on 18/05/2009 Permalink | Responder

      ‘Set me free, leave me be I don’t wanna fall another moment into your gravity…’

      Carlita, caí na tua gravidade e agora tenho que dizer o que penso do teu texto, que por sinal é muito interessante.

      Eu penso que há uma relação entre nós e o universo.
      Podia começar por dizer que nós somos compostos pela mesma matéria que deu origem a todos os outros corpos que circulam por ai, átomos, moléculas, células e tal…
      Da mesma forma que a existencia do universo é explicada a partir da teoria do big bang, teoria essa que fala de uma explosão de energia e matéria, no mesmo espaço e que depois deu origem ao tempo. Portanto existe um passado, um alfa e um omega um futuro algures no tempo. Isso mesmo um começo e um fim.
      No mundo das emoções existe um alfa e um ómega, um começo e um fim. Vários big bangs, porque não?
      Afinal existe ou não a causa-efeito-causa?
      Vejo as relações como um compromisso entre a terra e a lua por exemplo, que obedecem a determinadas leis…
      E os grupos socias podem ser as várias galáxias que começam e acabam várias vezes no tempo.

      Carlita, gostei de imaginar a terra amuar, imaginei uma cena altamente cómica, mas gostava de partilhar contigo já um pensamento menos ciêntifco.

      A terra, no nosso entendimento, pode não amuar, mas porque não? Se pensarmos nas leis da fisica, quantica, mecanica a ciência encontra explicação para um sismo mas também pode ser entendido como um ataque de furia, ou acne. O planeta terra é tão jovem, adolescente ainda, imagino as crises de identidade, o querer sair de orbita e não poder. Talvez o ‘global warming’ se explique no escape à idade do armário.

      P.S.
      Não preciso de dizer que o videoclip está muito bom.

      Bj.

  • CarlaOliveira 2:46 on 15/04/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Depois, , , Música, ,   

    A coleccionadora de aventuras 

    Olá Amigos!

    Este post serve só para dizer: i’m back! Digo que estou de volta porque andei perdida entre angústias e amarguras inerentes a este meu regresso de L.A.. Se me perguntarem porquê, não saberei responder. Não se trata de uma questão racional, trata-se de um estado de espírito que teimava em não desaparecer e que me enevoava os dias, as coisas, a vida…

    Foi ao ponto de ter recorrido à psicoterapia de bolso. De ter recorrido à música punts punts. De me ter recolhido no sofá enrolada na manta a devorar filmes que me (e)levassem a mente para longe daqui. Um pouco como o Sá Carneiro quando pedia que o deixassem ficar debaixo dos seus cobertores a apodrecer (ai, a poesia decadentista…).Foi ao ponto de ter querido tudo o que não tinha, onde não podia ter. Todos temos destes momentos, não é verdade?!.. Mas já passou. Hoje, subitamente, entre as 18h e 21h, parece que caiu o último aguaceiro temperamental e depois de uma faixa cujo refrão cantava assim: “I don’t know what it is / That makes me feel like this… But you must be some kind of superstar / No matter where you are”. Coincidência?! Talvez. Não importa… Foi súbito e desejo que seja definitivo, nem que tenha de pôr a faixa em “repeat ad eternum” a rolar no MP3…

    Ora bem, vamos então contar o que se tem passado nestes dias… À primeira oportunidade, fui visitar o meu Atlântico à baía. Águas mais azuis e agitadas. Tão agitadas que me presentearam com um banho vindo directamente da praia para o paredão… Mas ao menos ainda tirei a barriga de misérias com as nossas delícias do mar nacionais!

    Depois, porque parar é morrer, continuei na senda do “ir conhecer coisas novas” e fui a um Restaurante indiano chamado Masala, em Cascais. Adorei e recomendo! Experimentei aquelas entradas deles com cores que fazem lembrar a chegada da Primavera – um verde pirilampo, um laranja “goa” e um vermelho-vermelhusco-vermelhão. Experimentei um caril de espinafres e um frango marinado a acompanhar com uma “cobra” indiana que era muito… suave. E comprida também, mas foi para partilhar… 😉

    Porque era época de festas, também fui com os meus pais conhecer um outro restaurante no fim-de-semana: um Restaurante argentino chamado “A Vaca Argentina” onde só se comia praticamente carne grelhada. Estava pelas costuras e o que nos valeu foi mesmo a pré-reserva. Muito giro e a comida muito apaladada. Gostei. Depois, como era Domingo e não podia deixar de ser, fomos fazer a marginal pela costa até à Praia de São Julião onde encontrámos tantas outras famílias que faziam o mesmo. Tomámos o cafezinho pascal e foi bom retomar a vista dos ares portugueses.

    Mas estes dias ainda deram para mais emoções. (E não, não estou a falar da aventura de arrumar as malas de dois meses!!!). Eis que, no âmbito do meu trabalho, fui visitar um centro comercial em construção que está a inaugurar em Loures, o Dolce Vita Tejo, e andei pelo meio de obras numa figurinha que envergonharia o meu maior amigo. LOL. Capacete na cabeça, botifarras de fazer tremer o chão, macaco, colete reflector, um espanto! Mas não há melhor para afugentar os piropos, garanto-vos.

    E porque este la-mi-ré não chega nem aos calcanhares do que têm sido estes dias, ontem ainda tive de chamar o piquete de emergência para reanimar o meu carro. Não é que o moço resolveu ter um ataque de saudades tardio e descarregou a emoção (a bateria, leia-se!). Lá tive eu que chamar o serviço de assistência em viagem. Foram excelentes comigo. O meu pai diz que é para isto que eu pago seguro (e pergunto-me eu, então para que servem os namorados?!) (Ui, que má! era só piadinha…).

    Bem, e fico-me por aqui porque a história já vai longa. Era só para vos dar um feedback that “I’m alive!”. Aproveito para vos dizer que parar é morrer e, por isso, este blog não vai parar aqui. Continuem a visitar-me porue eu vou andar por aí a coleccionar aventuras…

    Não percam os próximos episódios. Muahaahhahahah

     
    • Marisa 11:30 on 15/04/2009 Permalink | Responder

      Estou contente por estares “de volta”, por teres conseguido sair de debaixo da manta (por falar nisso, aqui em Bruxelas parece Verão :P), por teres voltado à baía de Cascais, por teres viajado através da comida para outras paragens, países, continentes.

      Gostei de te ver transfigurada em “mulher-trolha” (fica-te bem hehe) e que o capacete afasta os piropos, mas não os piolhos hahaha. Gostei de saber que o carro teve saudades tuas e de saber que conseguiste desenrascar-te da descarga emocional do pobre rodinhas. Gostei de saber que o namorado não entrou no cliché e não ajudou no problema do carro =).

      Estou contente por saber que vais manter o blog e continuar assim a dar-me feedbacks do que aí se passa. E contente por saber que começas a sentir-te em casa, embora sem te acomodares =)

      Se formos a ver, foi um post cheinho de boas notícias!

    • Rita M. 23:39 on 19/04/2009 Permalink | Responder

      Gosto da malinha ao ombro 🙂

    • Zorze 0:38 on 01/05/2009 Permalink | Responder

      1. Indiano uhh Estou a ver o jantar às voltas na cama…
      É uma boa sugestão para por na agenda gastronómica: a experimentar no Indiano e “A Vaca Argentina” tenho ouvido falar muito desse restaurante.
      Até parece que almoçaram Leitão à Bairrada onde há sempre espaço para mais um bocadito, basta aliviar um botão das calças…
      2. Quanto às visita ao Dolce Vita Tejo, até parecem que andam aos gambozinos no meio da floresta à noite, onde todos chamam por eles na tentativa de apanhar um e ao fim da noite, nos alvores do dia, todos tristes e cansados por ninguém ter apanhado um.
      3. Eu diria para empurrar o carro… mas pelos visto não foi preciso… há que proteger o corpinho para outros esforços físicos e mentais… Se não fosse assim não tínhamos desenvolvido o Telemóvel, o Seguro automóvel e claro o Reboque. Quanto à bateria 80 Euros resolvem o teu problema, já que o teu seguro paga o resto, já que é obrigatório e anual.
      4. Quando ficares sem combustível e não tiveres bateria ou saldo no telemóvel, pensa duas vezes… verás que é bom ter o apoio de alguém (já me aconteceu uma destas e eu fiquei irritado durante 30 minutos, mas lá resolvi o assunto sozinho, foi o único lesado do que aconteceu, como o único que se riu por tudo o que passei após tamanha humilhação…)
      Lembra-te podia ser muito pior 🙂

      • Carlita 23:53 on 02/05/2009 Permalink | Responder

        Podia ser pior, mas felizmente eu acredito que “Sempre há sempre alguém” (senão, lembra-te daquela vez numa certa noite, numa certa américa…. 😉 )

  • CarlaOliveira 7:35 on 04/04/2009 Permalink | Responder
    Tags: Música, Michael Bublé   

    Side-post – Meglio Stasera 

    Just a side-post porque acho que faz sentido e esta música dá-me genica, LOL.

    Meglio Stasera, Fa Subito! Ou para americano perceber, “It had better be tonight”! O grande Bublé:

     
  • CarlaOliveira 4:03 on 31/03/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Diamond, Música   

    I’ll check it for you 

    No Starbucks

    (…)
    – I’m sorry, men, is this Norah Jones singin’ ?
    – I don’t know. Just give me one minute and i’ll check it for you.

     

    Less than one minute later…

    – No, it’s not Norah Jones, it’s similar… It’s called Diamond. Here!

    (Dá-nos um post-it já com o nome da música e artista)

    dsc00341

    – Oh great!!! Thank you so much and have a pleasant evening!!!

     

     

    Dá para acreditar na rapidez e eficiência?! E sempre com um sorriso =) Assim fosse também (re)encontrar a música na Internet, é que gostei mesmo dela… Alguém conhece?

     
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