Tagged: Aventuras Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • CarlaOliveira 15:23 on 13/09/2009 Permalink | Responder
    Tags: Aventuras, , ,   

    Esquisitice aguda 

    Esquisitice aguda: eis uma patologia que todos nós temos e que ninguém conseguiu ainda compreender. Trata-se de um fenómeno de desequilíbrio nervoso provocado pelo contacto com determinado objecto ou substância. Normalmente acontece em momentos inesperados que deixam o afectado com arrepios e os pêlos em franja enquanto os assistentes esboçam um olhar perplexo de simultânea incompreensão e gozo. De facto, esta patologia parece não constar ainda portfólio de doenças reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde, mas se constasse seria concerteza na secção de doenças do oculto ou do foro mental. Senão, vejamos…

    Imagem2

    Conheço uma pessoa que não suporta sequer pensar em umbigos. Os umbigos dão-lhe nojo e arrepios e, só de pensar em tocar num – o seu inclusive – perde as forças, fraqueja e fica com pele de galinha. Para essa pessoa, os umbigos são para andar tapados e quanto mais longe, melhor! Explicação?! Ainda não foi encontrada…

    Tenho outra amiga que se contorce toda quando ouve o barulho de uma unha a raspar em alguma coisa, particularmente se for com uma lima devido ao ruído rugoso e seco que provoca. Crrrr, crrrr, crrrr, crrrr, para cá, para lá, para cá, para lá.. e no entretanto ela já está a milhas de distância com os pêlos eriçados a contorcer-se em arrepios. Explicação?! … pois… …

    Mas o repertório continua. Agora vamos a mim, exemplo-mor da esquisitice aguda. Obviamente só de pensar já estou toda arrepiadinha, mas a verdade é que todas as substâncias que reúnam as características de áspero, seco e disperso me deixam completamente….. grrrrrrrr, sem forças. Algodão e esponja estão no topo da categoria, mas aquela substância que se usa para forro de casacos, pegas de cozinha e colchas também. Um dia pus a mão dentro de uma pega de cozinha que se tinha rompido no interior, pela costura, e as minhas unhas roçaram naquela fibra áspera do enchimento. Acho que deixei queimar o que estava no forno porque não consegui voltar à consciência a tempo de salvar o cozinhado…

    Tenho outra amiga que tem uma pancada ainda mais esquisita. Quando está a comer sopa fica sempre na expectativa de encontrar um pedaço de batata que não tenha sido passado. Assim que o encontra começa a bolsar, a regurgitar e não consegue comer absolutamente mais nada… Já lhe perguntei se lhe acontecia o mesmo com sopa não passada, aquela que tem pedacinhos de cenoura e hortaliças, mas não, é só mesmo com batata! Vá-se lá entender estes fenómenos…

    Entre os mais comuns, encontramos o girar de engenhos que fazem guinchos estridentes, como os bancos que se levantam por rosca ou o giz a raspar na ardósia. Eram sempre momentos de gritos quando na sala de aula o giz raspava ou alguém se lembrava de levantar o banco na sala de trabalhos manuais.

    Tanto quanto sei, ainda não há cura para a esquisitice aguda. Médicos especialistas, bruxas e xamans derbuçam-se sobre esta patologia desde há séculos, mas ainda nenhum encontrou a cura para este tipo de devaneio mental que atormenta milhares e milhares de pessoas. E vocês, também têm alguma uma esquisitice aguda?!

    Anúncios
     
    • Telma 15:46 on 13/09/2009 Permalink | Responder

      Eu tenho a mesma cena que tu Carlita, tal e qual, e é de facto a unica que tenho.

      • Raqul luz 18:56 on 30/09/2009 Permalink | Responder

        Então e o esferovite? É a pior coisa que existe!!!!

    • Zorze 17:01 on 21/10/2009 Permalink | Responder

      Muitas vezes ao olhar dos outros parecemos muito diferentes, mas no fundo somos todos iguais. Só com alguns gostos diferentes e umas “esquisitices”. É a vida em harmonia.
      EHHHH
      ZINHOS

  • CarlaOliveira 18:18 on 18/07/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Aventuras, Bélgica, , ,   

    Fim de semana em Bruxelas 

    “Bonjour!”

    Foi esta a saudação que ouvimos durante o fim-de-semana que passámos em Bruxelas, a quatro. Finalmente, após o Parlamento Europeu nos ter (e muito bem) roubado o quatro elemento da YMT (ler: uai-éme-team), um fim-de-semana pareceu pouco para matar todas as saudades, mas já foi bom para voltar a reunir algumas aventuras na caixinha das boas memórias.

    Sei que a Bélgica dispensa apresentações. É a capital da Europa, o elogio da União, mas encontra-se dividida entre o francês (da Valónia e Bruxelas) e o flamengo (Flandres). Para além disso partilha as quatro estações do ano num mesmo dia e consegue conviver com um infindável número de nacionalidades diferentes. Enquanto que em L.A. a cidade era uma manta de comunidades, em Bruxelas a diversidade é vivida de forma diferente. Tudo ao molho e fé em Deus. É pela cara e pela simpatia que se distinguem as nacionalidades… Ah, e os menos simpáticos são sem dúvida os belgas. (Ai, que eu não devia dizer isto…)

    Para simplicar, cá vão as enumerações do fim-de-semana:

    Comes e Bebes:  Os cones de batata frita, vulgo “les frites” merecem a sua distinção. São boas, caseiras e tradicionais e servem-se como nós cá fazemos com as castanhas, num cone de papel, mas cobertas com molhos e com opção de serem picadas com um mini garfinho de plástico. Depois temos os pratos marinados em cerveja, o belo do pernil, as moules frites (mexilhão com batata frita, bleah!) e os queijos (das fromageries! LOL, adorei o conceito). O pão é cacete e percebi o sentido do nome, é que no dia seguinte servem mesmo de cacete!!! Aahhahh. Na secção dos doces é a perdição. Nunca pensei comer uma gauffre que me soubesse tão bem na minha vida… Vivam as roulotes. Viva o Pascalino! Depois temos os chocolates e os biscoitos! A perdição completa… Desde o Pierre Marcolini, à Godiva, ao Filip Martin, Leonidas e “La Cure Gourmande”, as chocolaterias são um elogio ao pecado da gula e um verdadeiro regalo para o olhar. Caixinhas e mais caixinhas, bonequinhos, forminhas… Um MUST! (E um atentado à elegância também..). Na parte dos “bebes”, o Delirium levou-nos ao delírio, não só pela população de hormonas que ali habitavam, como pela quatidade de diferentes cervejas que podíamos provar, como a Kriek, a Guiness a de maracujá ou a de côco que fizeram as honras da nossa mesa. Ah, não podia deixar ainda de referir o paladar “Speculous”. Sabe àquele nosso antigo chocolate de caramelo que tinha uma embalagem amarela meltalizada e letras roxas, lembram-se?! Muito bom! O Speculous é utilizado em tudo: bolachas, capuccinos, gelados… 

    Atracções: Parlamento Europeu, a Comissão Europeia, la Grand Place, Manneken Pis (ou o rapaz que faz xixi), Catedral Saint-Michel, Praça Real, Galerias Saint-Hubert (ao estilo de Milão, mas em versão Portugal dos Pequeninos, LOL, vejam o álbum de Milão), a Igreja de Notre Dame du Sablon e, claro, o Atomium, para não estar a entrar em muitos pormenores … Todas as fachadas são dignas de “atracção turística”. A-MEI! Ah, e visitámos ainda a cidade de Bruges. LINDA!!!

    O pior: Não aceitarem notas em quase lado nenhum, só trocos! A falta de café e pagar para ir a casas de banho pouco limpas. A água também é cara… E os biscoitos de chocolate da Cure Gourmande foram caros e não eram nada de especial… esfarelavam-se como areia.

    O melhor: Reencontrar a Marisa. A Hema. LOL. Voltar a falar francês. Quase ir perdendo o avião. Uhuhuh, viva a emoção!

    Para a próxima… Tenho de ir por mais tempo. Compro o “Como recordar o seu francês, para totós”. Levo anti-inflamatórios para não sofrer com as tendinites.

    As cerejas no topo do bolo: Bruges. A gauffre. A animação constante de BRU, está sempre algo a acontecer!!!

    E agora um “one-minute-maid” video numa tentativa de contributo para para quem já não editava nada desde a licenciatura… <shame on me>.

    http://www.youtube.com/watch?v=fmXkS-DovtQ

     
    • Ana Henriques 17:57 on 20/07/2009 Permalink | Responder

      É fantástico como o final da faculdade não acabou com certas coisas. beijinhos grandes para todas 😉

      • Carlita 1:09 on 21/07/2009 Permalink | Responder

        Olha, olha, quem ela é!!! Seja bem vinda, Ana =)
        É verdade, há coisas que ficam para a vida e a nossa passagem por aquela faculdade e aquele curso foi verdadeiramente repleta delas 😉
        Um grande beijinho, obrigada pela tua visita***

      • Marisa 0:18 on 22/07/2009 Permalink | Responder

        Oh, beijinho grande para ti também 🙂

        A ver se quando voltar vamos beber um cafézinho para pormos em dia a conversa!

        Beijocas grandes

    • Zorze 19:51 on 20/07/2009 Permalink | Responder

      Questões :
      O banco era do Pessoa?!
      Tens um guia de Bruxelas para eu ler?
      Onde está o 5 elemento?!!!
      Observações:
      Adorei. uma cidade bem bonita.
      Quanto à Igreja de Notre Dame du Sablon , parece que as fotografias foram tiradas no Mosteiro da Batalha
      O “Manneken Pis” boneco não tem vergonha, a regar (ao serviço) a cidade há anos
      Quanto ao cacete ficar duro, é devido à quantidade de fermento que é usado quanto mais…mais cresce, e mais duro fica quando exposto ao ar (O2).

      • Carlita 9:57 on 07/08/2009 Permalink | Responder

        Sim, o banco era do Pessoa e a estátua que estamos a “beijar” também!
        Eu não tenho nenhum guia, mas a Marisa tinha, ihhihih
        O Quinto elemento é como o Quinto Império, está para vir!

        Observações:
        Uma cidade simultaneamente histórica e muito cosmopilita.
        Faz sentido a ligação ao Mosteiro da Batalha porque são ambos de estilo gótico, mas enquanto que o nosso é do século XVI, gótico final, numa orientação mais horizontal, a Igreja de Nossa Senhora do Sablon é de gótico inicial, por isso no pico da verticalidade…

        Beijinhos

    • Mónia 21:50 on 22/07/2009 Permalink | Responder

      Carlota!!!

      Lindo! Adorei a tua descrição da viagem e a montagem está um must!Gostei da banda sonora, bossa’n’roses – paradise city… You know why 😉
      Confesso-te que tou com uma pontinha de inveja, saudavel claro. Mas tu mereces todos esses “gifts” que a vida te dá minha amiga linda.
      Bjoca com saudade da tua baixinha

      • Carlita 10:00 on 07/08/2009 Permalink | Responder

        … Que a vida nos dá ou que nós conquistamos =) Basta continuarmos sempre à procura das “paradise cities” desse mundo e lutar por elas.
        Os maiores “gifts” da nossa vida são mesmo as pessoas que os compõem. Obrigada por estares aí, baixinha!!!
        Beijocas

    • Ana Raquel 19:53 on 06/08/2009 Permalink | Responder

      Carlotaaaaaa

      Os meus sinceros parabéns!!!

      As montagens estão, como a Mónia disse, muito boas:D

      um grande beijinho, já com saudades!!

      Ana

      • Carlita 10:03 on 07/08/2009 Permalink | Responder

        Ehehehe, olha olha quem voltou!!!! Seja muito bem vinda ao meu singelo cantinho. É um prazer, amiga.
        Muito obrigada pelo teu comentário e também estou cheia de saudades… Temos de marcar aí um evento para fazer a “nossa” montagem, com as “nossas” fotos e a “nossa” banda sonora, ahahahh

        Beijocas!

  • CarlaOliveira 2:46 on 15/04/2009 Permalink | Responder
    Tags: Aventuras, Depois, , , , ,   

    A coleccionadora de aventuras 

    Olá Amigos!

    Este post serve só para dizer: i’m back! Digo que estou de volta porque andei perdida entre angústias e amarguras inerentes a este meu regresso de L.A.. Se me perguntarem porquê, não saberei responder. Não se trata de uma questão racional, trata-se de um estado de espírito que teimava em não desaparecer e que me enevoava os dias, as coisas, a vida…

    Foi ao ponto de ter recorrido à psicoterapia de bolso. De ter recorrido à música punts punts. De me ter recolhido no sofá enrolada na manta a devorar filmes que me (e)levassem a mente para longe daqui. Um pouco como o Sá Carneiro quando pedia que o deixassem ficar debaixo dos seus cobertores a apodrecer (ai, a poesia decadentista…).Foi ao ponto de ter querido tudo o que não tinha, onde não podia ter. Todos temos destes momentos, não é verdade?!.. Mas já passou. Hoje, subitamente, entre as 18h e 21h, parece que caiu o último aguaceiro temperamental e depois de uma faixa cujo refrão cantava assim: “I don’t know what it is / That makes me feel like this… But you must be some kind of superstar / No matter where you are”. Coincidência?! Talvez. Não importa… Foi súbito e desejo que seja definitivo, nem que tenha de pôr a faixa em “repeat ad eternum” a rolar no MP3…

    Ora bem, vamos então contar o que se tem passado nestes dias… À primeira oportunidade, fui visitar o meu Atlântico à baía. Águas mais azuis e agitadas. Tão agitadas que me presentearam com um banho vindo directamente da praia para o paredão… Mas ao menos ainda tirei a barriga de misérias com as nossas delícias do mar nacionais!

    Depois, porque parar é morrer, continuei na senda do “ir conhecer coisas novas” e fui a um Restaurante indiano chamado Masala, em Cascais. Adorei e recomendo! Experimentei aquelas entradas deles com cores que fazem lembrar a chegada da Primavera – um verde pirilampo, um laranja “goa” e um vermelho-vermelhusco-vermelhão. Experimentei um caril de espinafres e um frango marinado a acompanhar com uma “cobra” indiana que era muito… suave. E comprida também, mas foi para partilhar… 😉

    Porque era época de festas, também fui com os meus pais conhecer um outro restaurante no fim-de-semana: um Restaurante argentino chamado “A Vaca Argentina” onde só se comia praticamente carne grelhada. Estava pelas costuras e o que nos valeu foi mesmo a pré-reserva. Muito giro e a comida muito apaladada. Gostei. Depois, como era Domingo e não podia deixar de ser, fomos fazer a marginal pela costa até à Praia de São Julião onde encontrámos tantas outras famílias que faziam o mesmo. Tomámos o cafezinho pascal e foi bom retomar a vista dos ares portugueses.

    Mas estes dias ainda deram para mais emoções. (E não, não estou a falar da aventura de arrumar as malas de dois meses!!!). Eis que, no âmbito do meu trabalho, fui visitar um centro comercial em construção que está a inaugurar em Loures, o Dolce Vita Tejo, e andei pelo meio de obras numa figurinha que envergonharia o meu maior amigo. LOL. Capacete na cabeça, botifarras de fazer tremer o chão, macaco, colete reflector, um espanto! Mas não há melhor para afugentar os piropos, garanto-vos.

    E porque este la-mi-ré não chega nem aos calcanhares do que têm sido estes dias, ontem ainda tive de chamar o piquete de emergência para reanimar o meu carro. Não é que o moço resolveu ter um ataque de saudades tardio e descarregou a emoção (a bateria, leia-se!). Lá tive eu que chamar o serviço de assistência em viagem. Foram excelentes comigo. O meu pai diz que é para isto que eu pago seguro (e pergunto-me eu, então para que servem os namorados?!) (Ui, que má! era só piadinha…).

    Bem, e fico-me por aqui porque a história já vai longa. Era só para vos dar um feedback that “I’m alive!”. Aproveito para vos dizer que parar é morrer e, por isso, este blog não vai parar aqui. Continuem a visitar-me porue eu vou andar por aí a coleccionar aventuras…

    Não percam os próximos episódios. Muahaahhahahah

     
    • Marisa 11:30 on 15/04/2009 Permalink | Responder

      Estou contente por estares “de volta”, por teres conseguido sair de debaixo da manta (por falar nisso, aqui em Bruxelas parece Verão :P), por teres voltado à baía de Cascais, por teres viajado através da comida para outras paragens, países, continentes.

      Gostei de te ver transfigurada em “mulher-trolha” (fica-te bem hehe) e que o capacete afasta os piropos, mas não os piolhos hahaha. Gostei de saber que o carro teve saudades tuas e de saber que conseguiste desenrascar-te da descarga emocional do pobre rodinhas. Gostei de saber que o namorado não entrou no cliché e não ajudou no problema do carro =).

      Estou contente por saber que vais manter o blog e continuar assim a dar-me feedbacks do que aí se passa. E contente por saber que começas a sentir-te em casa, embora sem te acomodares =)

      Se formos a ver, foi um post cheinho de boas notícias!

    • Rita M. 23:39 on 19/04/2009 Permalink | Responder

      Gosto da malinha ao ombro 🙂

    • Zorze 0:38 on 01/05/2009 Permalink | Responder

      1. Indiano uhh Estou a ver o jantar às voltas na cama…
      É uma boa sugestão para por na agenda gastronómica: a experimentar no Indiano e “A Vaca Argentina” tenho ouvido falar muito desse restaurante.
      Até parece que almoçaram Leitão à Bairrada onde há sempre espaço para mais um bocadito, basta aliviar um botão das calças…
      2. Quanto às visita ao Dolce Vita Tejo, até parecem que andam aos gambozinos no meio da floresta à noite, onde todos chamam por eles na tentativa de apanhar um e ao fim da noite, nos alvores do dia, todos tristes e cansados por ninguém ter apanhado um.
      3. Eu diria para empurrar o carro… mas pelos visto não foi preciso… há que proteger o corpinho para outros esforços físicos e mentais… Se não fosse assim não tínhamos desenvolvido o Telemóvel, o Seguro automóvel e claro o Reboque. Quanto à bateria 80 Euros resolvem o teu problema, já que o teu seguro paga o resto, já que é obrigatório e anual.
      4. Quando ficares sem combustível e não tiveres bateria ou saldo no telemóvel, pensa duas vezes… verás que é bom ter o apoio de alguém (já me aconteceu uma destas e eu fiquei irritado durante 30 minutos, mas lá resolvi o assunto sozinho, foi o único lesado do que aconteceu, como o único que se riu por tudo o que passei após tamanha humilhação…)
      Lembra-te podia ser muito pior 🙂

      • Carlita 23:53 on 02/05/2009 Permalink | Responder

        Podia ser pior, mas felizmente eu acredito que “Sempre há sempre alguém” (senão, lembra-te daquela vez numa certa noite, numa certa américa…. 😉 )

c
Compose new post
j
Next post/Next comment
k
Previous post/Previous comment
r
Responder
e
Editar
o
Show/Hide comments
t
Go to top
l
Go to login
h
Show/Hide help
shift + esc
Cancelar