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  • CarlaOliveira 4:46 on 31/03/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Carro,   

    Mais um carro de aluguer… 

    Ainda não vos contei que tivemos de mudar de carro mais uma vez. Sim, contaram bem, já é a QUARTA vez que trocamos de carro desde que o alugámos há 7 semanas atrás. Porquê?! Bem, cá vai…

    Desta vez o problema foi um furo no pneu. A ironia do destino é que nada disto teria acontecido se a nossa querida Sarah – o GPS – não se tivesse “enganado”…

    Estava eu e a Mafalda a caminho de casa quando decidimos parar para fazer umas compras no supermercado. Pusemos a morada e lá fomos nós. Quando lá chegámos, percebemos que o GPS tinha um registo incorrecto. Na verdade, não tínhamos chegado ao nosso Supermercado, mas a uma farmácia (que aqui na américa parecem um supermercado, é verdade, mas que vendem drogarias e medicamentos NSRM). Lá mudámos para a morada correcta e fizemos nova viagem rumo ao destino desejado. Quando lá chegámos eis que “pfffffffffffffffffffffffffffffffffffffff”. Furo no pneu.

    Determinadas e enfrentar as ferramentas e armadas em mecânicas*, lá saímos do carro, fomos à bagageira. Roda porca, solta parafuso, tira encaixe e já de macaco em punho, gira, gira, gira e lá empoleirámos o carro em três rodas… Estava escuro e o parque de estacionamento de repente tinha ganho um ar assustador e desabitado. Quero dizer, desabitado se não contarmos com os seguranças que se tinham encostado a olhar e um jovem transeunte que passava.

    Era baixo, moreno, magro e coleccionava tatuagens e cicatrizes na cabeça rapada. Na testa, exibia a sua grande nódoa negra, fruto de um Mercedes Benz que tinha espatifado na semana anterior. Culpa do outro que não parara no semáforo. Na boca tinha um cigarro de enrolar que tresandava. Mas foi exactamente este rapaz que interrompeu o seu caminho para ir ter com a “finacee” e nos veio ajudar… Em menos de 10 minutos tínhamos o pneu mudado (com a ajuda dos seguranças que entretanto resolveram aproximar-se com uma lanterna para iluminar e cenário).

    Como diz a minha mãe, “as iludências aparudem”. E como diz a minha mãe também, “eu tenho uma estrelinha”. E é mesmo verdade!!!

    Nos “finalmentes”, agradecemos ao moço que seguiu o seu caminho dizendo que se fosse a sua irmã ou a sua noiva na nossa situação, gostava que tivessem tido a mesma atitude com elas. Eu e a Mafalda olhámos uma para a outra pensando: “desta já nos safámos” seguido de um “ainda bem que fizémos seguro“.

    Ah, mas porquê a “ironia do destino”?? É que hoje, por acaso, parámos naquela mesma Farmácia que o GPS nos tinha indicado primeiro e não é que também vende mercearias, pão e bebidas como um supermercado normal???!!! Rsrsrsr…

    Moral da história deixo-a para vocês.

    * PS – Afinal já não era a primeira vez que tal me acontecia… lembram-se do meu regresso de Milão?! Grande recepção que o meu “boguinhas” me fez…
     
    • adilia oliveira 9:36 on 31/03/2009 Permalink | Responder

      São assim as situações da vida real!!!!

      Mas quatro vezes a mudar de carro ……isso é que me parece anormal. Esses carros devem estar mesmo na reforma.

      E boa rodagem!!!! 🙂

    • NSilva 15:06 on 31/03/2009 Permalink | Responder

      Moral da história… Ahhhh…Hum… Good vibes get good vibes?

      Tinhas que gastar tempo, gasolina e um pneu p teres a certeza q os americanos, contrariamente ao q mt gente diz, até são solidários?

      Solidários e talvez… mercenários: 4 CARROS? Q mauzinhos!

      Bacci

    • Telma 15:57 on 31/03/2009 Permalink | Responder

      GOD BLESS AMERICA! Bring me a star 😉 I need one.

  • CarlaOliveira 7:24 on 06/03/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Carro, , Trânsito   

    Já vos contei que… 

    … tivemos de trocar de carro umas semanas depois de o termos alugado? Pois bem, depois de um Chevrolet Cobalt branquinho como um frigorífico, eis que agora temos um Dodge Caliber. É muito giro, comporta-se bem em estrada e é fácil de manobrar, mas acho-o muito instável em velocidade  e é uma treta no arranque. Demora muito tempo a responder e a reacção nas reduções é péssima… já para não falar que consome muito mais que o Chevrolet…  O habitáculo, no entanto, é muito espaçoso e confortável, tem muitos espaços de arrumação, é compacto e não tem ruídos em andamento. Só não gosto dos encostos de cabeça porque são rijos e não têm aquele ar de quem apoia a cervical em caso de acidente. 😛

    Agora uma pequena nota sobre os carros na América.

    Se têm acompanhado esta aventura, saberão que as “grandes máquinas” são uma norma em L.A. Não só em termos de marca, como também de tamanho. Algumas conhecemo-las bem da Europa, outras têm aqui outra denominação, como por exemplo a Honda que aqui é Acura, e outras ainda não conhecia de todo, como por exemplo os “squary” Scion (segmento jovem da Toyota) e alguns modelos (alguns muito giros, mesmo no segmento dos citadinos e utilitários) que não são comercializados em Portugal [o que achei particularmente estranho (!)]. As limousines são comuns e, norma geral, o tamanho médio do chassis é substancialmente maior do que o conhecemos. Vêem-se muitos SUVs e Jeeps, bem como muitos carros desportivos, como descapotáveis. As cores são sóbrias no tamanho normal e estravagantes nos modelos desportivos. Uma realidade nada estranha, nada inesperada, como podem perceber.

    Agora umas pequenas notas sobre a condução na Califórnia

    Eu não gosto muito de carros automáticos, mas não são frequentes os carros com caixa manual para aluguer. No fundo até admito que dê mais jeito porque, como passamos tantas horas no trânsito, a caixa automática e o cruise control até acabam por fazer uma positiva diferença.

    Basicamente só gosto de conduzir na Califórnia em duas situações: com um bom GPS ou em passeio. O GPS porque com uma cidade tão grande e com tantas ruas é impossível uma pessoa recém-chegada aborver tantas referências para se poder orientar. Em passeio tudo parece mais encantador porque vamos sem stress ao sabor da nossa vontade, apreciando as ruas e as paisagens…

    Pequenos pormenores que gostei de ver, no que diz respeito ao ordenamento de tráfego, foram:

    – Sinais de trânsito para controlar a entrada dos automóveis na auto-estrada (só deixam entrar um a um em hora de ponta) para não “empanturrar” as vias;
    – Painéis electrónicos com o tempo estimado de chegada aos principais destinos;
    – Podermos virar à direita mesmo quando o sinal está vermelho (isto porque como aqui as ruas são todas perpendiculares, os que viram à direita não interferem com os sinais que estão abertos);
    – Os carpolls – que são vias onde só podem andar carros com mais de 2 pessoas e que não irão sair nas saídas seguintes. Nestas vias (a faixa da esquerda das autoestradas onde podemos ir mais depressa);
    – Os carros são uma forma de afirmação: até aí estamos todos de acordo. Agora, o que não costumamos ver com tanta frequência por terras lusas são autocolantes e matrículas personalizadas. As matrículas dizem nomes como “Big Boss” ou “Ms Megy” e têm craveiras cravejadas ou cristais swarovsky (!) e as pinturas são frequentemente adornadas com autocolantes como os do Obama com mensagens de “Hope”.
    – Gosto ainda da personalização das matrículas a cada estado dos E.U.A. Até agora a objectiva só conseguiu captar quatro (e mal!): California, Nevada, Texas e Arizona…
    – Entre outros pormenores de que não me lembro agora, mas que fazem de L.A. uma cidade muito excitante para se conduzir e onde ainda só vi um único acidente. Deve ser por haver muito espaço…

    Aqui têm um pequeno overview. Até breve!

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