Tagged: Amigos Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • CarlaOliveira 0:19 on 04/08/2010 Permalink | Responder
    Tags: , Amigos, Casamento, ,   

    Made in Madeira 

    Era uma vez uma menina que há muito tempo que recebia convites de uma grande amiga sua dos tempos de Faculdade para ir visitar a sua terra, a Madeira. Passou-se um, dois, três… seis anos e nada. Até que, num certo dia, a menina foi convidada pela amiga madeirense para ir ter ao aeroporto de Lisboa visto que se encontrava lá por umas horas numa ligação de vôos. No café que tomaram nesse entretanto, eis que surge o pedido: “Amiga, vou casar e quero que sejas a minha madrinha de casamento. Aceitas?”.
    E foi assim que tudo começou.
     
    A viagem durou 7 dias. Dois no stress-pré-casamento; um no stress-do-casamento e quatro dias mais calmos, de passeio, sem stress algum.
     
    Dia 1 – A chegada e o reconhecimento
    O dia estava limpo e a viagem de ida foi irritantemente tranquila. Ainda ansiei por uma turbulênciazinha pequenina que me fizesse borboletas no estômago, mas nada disso. Comigo os vôos nunca atrasam e nunca têm qualquer tipo de emoção (Já cheguei até a ponderar abrir um negócio em nome individual para ser amuleto da sorte para quem tem medo de voar…). A aproximação à Madeira foi lindíssima pois contornámos a ilha para nos fazermos à pista e aterrarmos. À espera tinha uns confortáveis 25 graus sem vento e dois sorrisos rasgados que me apertaram a quatro braços.
    Os noivos não apresentavam sinais de stress. Falavam de planos para a nossa semana e de gestão logística: que carro levar, cortar a relva, pintar a fachada para as fotografias, que quarto preparar e coisas do género. Enquanto isso, um TAP alfacinha aterrou de forma ainda mais irritantemente tranquila na pista e de lá saiu o meu acompanhante. Lá vinha ele, com o seu passo semi seguro e o paraíso algures no ar. Mas não fui eu que o vi. O noivo viu-o primeiro e, mesmo sem nunca o ter conhecido, pareceu identificá-lo logo a mim. De forma um pouco estranha, só sei que ele não teve dúvidas de que seria ele. Das duas, uma: ou eu faço boas descrições ou por muito que tente, do alto do seu metro e noventa o meu querido acompanhante não consegue mesmo passar despercebido (BEM HAJA! No terceiro dia irão perceber o porquê….)
     
    Primeiro fomos conhecer a casa dos noivos (onde iríamos ficar). De Santa Cruz ao Caniço – mais precisamente ao Garajau – são uns 10 minutos e o apartamento, moderno e de bom gosto, ficava virado para o mar num segundo andar cheio de estilo e com um quarto só para nós. Depois saímos e fomos passear pelo Funchal enquanto a noiva trabalhou a tarde toda até à noite (a pobre coitada…). Conhecemos as princpais atracções da baixa do Funchal, desde a Avenida do Mar (a que nós, os do “contenente”, chamariamos de Marginal!), a Marina, as principais ruas da baixa como a Avenida Arriaga, onde se encontra a estátua de João Gonçalves Zarco, a Sé, o Banco de Portugal, o Café Golden Gate (que aliás consta numa das 1001 razões para visitar Portugal) e onde decorria a feira do livro.
    O almoço de “boas vindas” foi no “Yatch-Bar” Beatles, ao que parece muito antigo e famoso, e não admira pois é realmente muito giro! Trata-se de um iate com mesas interiores e superiores que está circundado de água onde se encontram pequenos botes que servem de mesa de refeição unidos por ligações de madeira sobre a água. Um conceito criativo e acolhedor onde pude degustar um belo linguado com legumes salteados acompanhado por um branco “da casa” fresquinho.
    Demos umas voltas pela baixa e pelas principais avenidas que descem do topo da ilha e de onde é possível atravessarmos o ano em poucos minutos – da Rua 31 de Janeiro para a 5 de Outubro – em menos de 1 minuto, lol.
     
    Fora de brincadeiras, estas são as ruas que constam nas nossas mais recentes memórias da Madeira… São as que descem do topo da ilha até ao mar e no meio das quais se encontra a ribeira que alagou o Funchal no fatídico dia do temporal de 20 de Fevereiro. Só ao ver a profundidade do leito consegui perceber a dimensão e a força das águas e, então, recordar as imagens da vaga de destruição. Só aí caí em mim e assentei os pés na Terra: mal tinham passado quatro meses desde o dia do temporal e os vestígios dos estragos já estavam praticamente despercebidos. Só quem sabia ou tivesse vivido a tragédia é que se apercebia das marcas físicas que o temporal deixou. O turista comum ou o viajante ocasional não se aperceberia da dimensão destruíção que foi pois um passeio destruído, umas obras numa ponte ou uma rua a ser calcetada são situações perfeitamente vulgares em qualquer local do Mundo… Esta imagem da ribeira só me fez crer que foi realmente uma reconstrução extraordinária, enérgica e motivante fez-me reflectir a cultura e o estilo de vida madeirenses. Pelo menos essa foi a percepção e a ideia com que eu fiquei.
     
    Percorremos a ilha pelo litoral para Oeste onde parámos no Lido – uma zona balnear onde há um ilhéu, praias de pedras negras, hotéis, cafés e uma “promenade”. Depois continuámos até à Praia Formosa passando pelo Casino. Nos cafés da beira-mar comemos moelas, tremoços, provámos o refresco regional Brisa de maracujá e também a bela cerveja Coral. Houve até tempo para uma oração à boa disposição, eheheh.
     
    À noite foi dia de “despedida de solteira”, mas antes da festa ainda houve tempo para um belo jantar na Adega do Caniço onde provei pela primeira vez o famoso bolo do caco. Fui ao céu e voltei. Agradeci a Deus a existência da pessoa que inventou o bolo do caco e depois prometi a mim mesma que nos dias seguintes iria cumprir a dieta. Entretanto comi espetadas de lulas e gambas com salada e voltei a agradecer ao Santíssimo ter nascido em terras de peixe fresco e adorar “comer saudável”. Na verdade já nos tratamos por tu. Mas o dia era de festa e, obviamente, o resto da noite foi dado ao pecado e à heresia, não fosse este o (pen)último dia de solteira da minha amiga…
     
    Dia 2
    O dia seguinte foi dia de stress. Compras, depilação, vestido da noiva, malas, echarpes e acessórios, tratar da florista, tratar do bolo de casamento, lavar os carros e tudo o que está directa, indirecta e potencialmente relacionado com o stress de um dia de casamento. À tarde fomos jantar a casa da família da noiva. Pessoas amáveis, divertidíssimas, simpáticas, adoráveis, impecáveis! Muito bons momentos passados ali ao relento onde tivémos direito a outras iguarias madeirenses: picadinho de carne, vinho da madeira e milho frito. Pelo caminho ainda provámos poncha da verdadeira e caí na esparrela do lamber o acessório com que se mistura a dita cuja, vulgo “caralhinho”.
    Dia 3
    Dia de casamento. Deste dia só vou contar uma coisa. Ao contrário da tradição, neste casamento a última pessoa a chegar não foi a noiva, mas sim… adivinhem: a madrinha!!! (sim, EU!). E porquê?! Porque se conduzir um carro a gasolina pela primeira vez numa terra com estradas estreitinhas, esburacadas e com um grau de inclinação superior a qualquer digníssima subida de montanha-russa (sim, aquilo põe a Rua do Alecrim e o Bairro Alto a um canto!) já é, de si, difícil, conduzir esse mesmo carro com umas sandálias de stilettos de 10 cm de altura é, acreditem, tarefa humanamente impossível. Conclusão: tive de tirar as sandálias para levar o carro e depois voltar a calçá-las quando saí do carro. Ora, estas coisas para uma mulher podem revelar-se verdadeiramente complicadas quando temos de conseguir enfiar os 5 dedos dentro de umas tirinhas estreitas e entrelaçadas, manter as palmilhas de silicone no sítio (para conseguir andar sem parecer que estamos interiormente a contorcer-nos de dor mantendo um sorriso aceitável e ainda cruzar duas tiras pelo calcanhar e fechá-las de lado com umas fivelas tão pequenas que mais parecem vindas do vestido da Barbie… isto tudo sem estragar as unhas que fomos arranjar e que nos custaram os olhos da cara. Ah, e temos DOIS pés, hein!
    Em suma, enquanto eu tentava cumprir com esta minha árdua tarefa, todos me stressavam a dizer que a noiva estava à minha espera e os convidados esperavam todos em banda à porta da igreja olhando-me de soslaio ali, encostada ao muro da igreja, com a elegância e o pudor a rastejar no chão a tentar num acto heróico empoleirar-me naquilo a que alguém se signou a chamar de sandálias. Eu chamaria de acessório de tortura, mas pronto. Finalmente lá consegui entrar, os turistas das redondezas fizeram o gosto às suas Canons e Nikons e os noivos lá se casaram.
     
    Menti. Afinal vou contar outro episódio que marcou este dia de casamento. Aliás, a noite! Lembram-se de ter mencionado a importância da altura de um acompanhante? Pois bem, mais do que ter um acompanhante à altura é importante que o acompanhante tenha, de facto, altura. Porquê? Porque se o acompanhante não tem altura, das duas, uma, ou ela é grande ou ele é que é pequeno. Pessoalmente, não gosto da primeira opção porque o meu 1,70m seria um requisito mínimo para poder ser modelo (no festival das orcas marinhas, claro, porque caso contrário teria de esquecer de vez o bolo do caco e rezar de novo ao Santíssimo para me dividir em dois e dar os extras à caridade para alimentar as criancinhas da Etiópia). A segunda opção coloca o acompanhante numa situação de clara inferioridade vertical. Não tenho nada contra, aliás, por mim os casais com grandes diferenças de altura até são um bom motivo de gargalhada nacional e contribuem para aumentar o leque de piadolas sociais. Por isso, repito, não tenho nada contra, mas lá que a abertura do baile da madrinha a dançar com o noivo foi motivo de gargalhada geral, isso ninguém poderá negar! E até poderia ter ficado por aí, mas não é que o padrinho do noivo, meu segundo par oficial do baile, era ainda mais pequeno?! Houve momentos em que até ponderei se deveria se eu a pôr as mãos abaixo dos braços dele para que as pessoas vissem que efectivamente estava ali alguém no meio dos meus braços e do meu vestido… Três vivas ao meu par de metro e noventa, please! Foi o momento em que me senti mais normal em todo o baile. (sim, porque a parte em que afugentámos toda a gente da pista de dança com a coreografia do Thriller não conta, tá?!)
     
    Dia 4
    Dia de dormir até mais tarde. Até já…
    (TO BE CONTINUED)
    Galeria de Imagens aqui.
     
  • CarlaOliveira 0:11 on 23/11/2009 Permalink | Responder
    Tags: Amigos, , , Mudança, Poesia, ,   

    Mudam-se os tempos… 

    Olá Amigos,

    Só um pequeno post para matar a saudades da escrita não-académica, pois também a ela fiquei a dever a minha atenção…

    Como sabem, já entreguei “o caixotinho” e felizmente tive dois dias sem ter de rever textos, autores, bibliografia, citações, formatações, glossários e afins. Como perfeccionista que sou, sinto que o meu trabalho poderia estar muito melhor e tinha uma vontade quase irrepreensível de continuar investigar e escrever ad eternum sobre o assunto. Na verdade, quase cedi à vontade de incluir novos elementos no texto no dia anterior à entrega e mandar o “32 mil” às urtigas! [falo de palavras, entenda-se] Felizmente o cansaço falou mais alto e quedei-me por ali, senão ainda agora estaria a “Obamar”…

    Mudaram-se os tempos, mudaram-se as vontades. Em dias, passei da angústia de ter de entregar a Dissertação para a angústia de ter uma Sexta-feira sem “nada” para fazer.  Em parcas horas, passei da angústia de “não ter nada para fazer” para a ansiedade de ter de preparar o próximo passo, antecipando aquele a que chamei “o momentum“. Curiosamente, de todos, o que mais me custou foi o vazio da Sexta-feira, LOL!

    Mas, falemos de mudança…

    Durante a última semana, numa viagem ao Porto, parei numa estação de serviço em Antuã e consegui que o telemóvel captasse a seguinte imagem que os meus olhos não quiseram deixar passar despercebida:

    Laranja. Verde. Vermelho.

    As cores das folhas que as árvores vestiam lembraram-me do tempo que passou sem me aperceber. Mais! Lembraram-me da incoincidência de estarmos no fim de Novembro e as árvores ainda vestirem o último grito da colecção de Outono. O próprio tempo perdeu a noção de tempo porque nós quisemos agarrá-lo com medo de o perder. Parece que não sou só eu que ando às avessas, o mundo também. Este ano está a ser um verdadeiro lufa-lufa de aventuras e emoções que muitas vezes nos faz esquecer a beleza das pequenas coisas que estão mesmo ali e em que insistimos em nem reparar… Quando olhamos, não só as coisas mudaram como mudou o próprio processo de mudar.

    Peço o verbo a Camões que melhor do que eu o soube dizer com a arte sonetista de outros tempos: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades”.

    … Não se muda já como soía. E por isso também eu me encontro “Em mudanças” há tanto tempo. Também eu tive de amareceler e perder algumas das minhas folhas, mas em breve voltarei à Primavera da vida com a força de uma nova etapa e com novas ideias a florescer.

    Até já 😉

     
    • adília oliveira 12:39 on 23/11/2009 Permalink | Responder

      Como eu sei do que falas!!!

      E na vida, estamos sempre em constantes mudanças.Eu , tal como

      citas Camões, acho que a nossa permanente mudança é sinal de que agarrámos a

      vida e a cada passo se segue outro e outro e outro….desejo sim é que o passo

      seguinte envergue « novas qualidades ».Para já tens um desafio que não te pode

      deixar vazios… E depois venha lá a Primavera!! 🙂 Beijinhos primaveris 😉

    • Mónia Torres 23:15 on 24/11/2009 Permalink | Responder

      Minha querida, nem imaginas o quão bom é poder ler-te…
      Estou orgulhosa de ti, pois conseguiste superar mais uma etapa da tua vida, com a tua tão característica força de vontade.
      És linda!!!
      Fico feliz por saber que posso compartilhar contigo todas as estações do ano!
      Venha daí essa tão esperada Primavera, recheada de novas aventuras, emoções fortes e vitórias, como tu mereces.

      Bjocas saudosas da tua baixinha 😉

    • NSilva 16:11 on 27/11/2009 Permalink | Responder

      Ai, esse vazio do “nada que fazer”, do day after… tens sempre a ti, aos outros para fazer um bocadinho mais… ou optas pelo “fazer nada”, o famosos dolce fare niente, que tanto custa a aprender.
      Fica o desafio: aprenderes um bocadinho (vá, só um bocadinho por dia, vá) de dolce fare niente… tem um sabor estranho, mas agradável acho.

      🙂

      Bjs e mais uma vez parabéns pel vitória!

    • Zorze 18:14 on 14/12/2009 Permalink | Responder

      Que saudade tinha, (tínhamos), das palavrinhas bem apuradas da menina dos caracóis. Sente-se uma alegria imensa, um ad eternum de quem sabe e gosta de escrever.
      “O caixotinho” de sapiência já lá vai… a angustia presente do vazio! A verdadeira lufa-lufa da aventura! Que cabeça pensante tu tens… “O momentum”…
      Será a continuação da tua ideia, o que transcrevo do outro grande poeta Português:

      Vive, dizes, no presente;
      Vive só no presente.

      Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
      Quero as coisas que existem, não o tempo que as mede.

      O que é o presente?
      É uma coisa relativa ao passado e ao futuro.
      É uma coisa que existe em virtude de outras coisas existirem.
      Eu quero só a realidade, as coisas sem presente.

      Não quero incluir o tempo no meu esquema.
      Não quero pensar nas coisas como presentes; quero pensar nelas como coisas.
      Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.

      Eu nem por reais as devia tratar.
      Eu não as devia tratar por nada.

      Eu devia vê-las, apenas vê-las;
      Vê-las até não poder pensar nelas,
      Vê-las sem tempo, nem espaço,
      Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
      É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.

      Muitos parabéns pelo esforço despendido e continua com a tua vontade de investigar e escrever.
      É bom andar sempre em mudança, do que na dor…
      Zinhos

  • CarlaOliveira 20:15 on 17/06/2009 Permalink | Responder
    Tags: Amigos, , Stress   

    Windsurf after work 

    Windsurf depois do trabalho até poderia ser uma actividade altamente relaxante para combater o stress que se instalou sobre nós durante o dia. Assim o fazem os nossos mates californianos naquela terra onde deixei memórias e saudades. Mas este Windsurf a que me refiro é mesmo o barzinho do Passeio Marítimo de Cascais, em Carcavelos, para o qual desafiei os meus amigos João, André e Nuno no final de um dia de trabalho. Foi um belo final de tarde num daqueles últimos dias de calor que vieram brindar Portugal antes da chegada do Verão em que às dez da noite ainda paira um calorzinho que não nos deixa ir directamente para casa.
    Valeu, amigos! Foram bem divertidos os nossos momentos de risadas e parvoíces onde até houve lugar para aulas de Safety & Security bem como sobre as várias formas de apertar um soutien. Ahahah, digno de gente doida varrida que quer pensar em tudo menos em mestrados, aulas e trabalho.
    Se eu tivesse sido médica, prescreveria esta receita a muito boa gente em vez de os mandar pôr comprimidinhos cor-de-rosa debaixo da lingua. Isto e verdadeiro Windsurf ou qualquer outra forma de exercitar e libertar energias… Mas como achei que estas minhas prescrições iriam ser prejudiciais a essa classe das receitas das cruzinhas e que iria ganhar muitos inimigos entre os companheiros e as farmacêuticas, optei por seguir Comunicação. Ahaahh, ao menos aqui digo o que quero e se ganhar inimigos posso sempre defender-me com um “são diferentes perspectivas e é da diferença que surge o debate e a evolução da sociedade”.

    Este post foi censurado por mim.

     
    • asiram85 10:07 on 24/06/2009 Permalink | Responder

      Joseph Henry Jackson uma vez disse “Did you ever hear anyone say, ‘That work had better be banned because I might read it and it might be very damaging to me?’ “. Se foi o teu caso, tornaste-te o caso de excepção do senhor Jackson. Se, pelo contrário, não censuraste o post por ti, deixo-te outra citação:
      “The only valid censorship of ideas is the right of people not to listen” (Tommy Smothers)
      Eu sei que é “apenas” um blog, minha querida, mas algumas auto-censuras e todas as censuras me deixam com os nervos à flor da pele.
      Adoro-te miguita,

      Marisa

    • Tânia 17:55 on 30/06/2009 Permalink | Responder

      Miga mas porque censuraste o post????Adorei a ideia do windsurf after work…ai quantas vezes também faço o mesmo…só não lhe tinha dado ainda nenhum nome!!!
      Não gostei desta auto-censura =(

    • Zorze 22:56 on 05/07/2009 Permalink | Responder

      Pois eu até acreditava que seria relaxante para nós andar ao sabor do vento, mas te digo de inicio é bastante frustrante tentar equilibrar-se em cima da prancha. Diria mesmo stressante. Mas com jeito todo se consegue. É como o levantar dois copos aomesmo tempo só com uma mão…
      Para aliviar um pouco do trabalho vale sempre a pena telefonar ao amigos a combinar um encontro para beber, jogar qualquer coisa ou somente dizer umas porcarias.
      AH. Neste momento penso num jogo bem engraçado, o bowling (idealiza nos pinos os “amigos” a bola dos três buraquinhos uma extensão de ti, e toca a deitar a baixo. Boa “strike”).
      Quanto às aulas vale a doidice para cativar o interesse do público… imagino que foi “The Best”, com muitas gargalhadas muitas sugestões e muita consciência no Safety & Security.
      Desta Anti-depressivos para o lixo. Viva a droga das hormonas.
      A rir até morrer…
      PS: Quanto aos farmacêuticos deixavam de andar de Porche e passavam a andar de Audi…

c
Compose new post
j
Next post/Next comment
k
Previous post/Previous comment
r
Responder
e
Editar
o
Show/Hide comments
t
Go to top
l
Go to login
h
Show/Hide help
shift + esc
Cancelar