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  • CarlaOliveira 10:59 on 01/07/2009 Permalink | Responder
    Tags: Desafios, Férias, ,   

    Um capítulo por aí 

    Sei que vos devo um post. E mesmo que não soubesse, muitas pessoas se têm encarregado de me perguntar pelo feedback das minhas férias. Pois bem, amigos, é chegada a hora de revelar.

    Na “tal” semana em que a coincidência galáctica nos brindou com três feriados duma enfiada, eis que resolvi aproveitar para ir de férias. E como não havia tempo a perder, fui embora logo no Sábado, seis. Dia em que, se muitos se lembram, fazia anos. Não esperei pelo bolo, não esperei sequer pela hora em que “fiz” efectivamente anos. Fiz a mala, carreguei no “Pause” da vida e fiz-me à estrada. Aliás, fiz-me aos céus!

    Parti. E num golpe de egoísmo desmesurado desejei que continuasse assim: eu, sozinha, comigo… como se sozinha o tempo parasse e a vida ficasse verdadeiramente em Stand by sem culpas nem ressentimentos.

    Não levei o computador e durante todo o tempo consegui ir uma só vez à Internet. Findo pouco tempo as baterias das máquinas acabaram-se e as dos telemóveis idem idem aspas aspas como que num gesto solidário.

    Escrevi-vos no meu caderno mas ainda não tive oportunidade de digitalizar para pôr aqui. Ficará para uma próxima… Por agora, queria apenas dizer-vos que foi bom, fantástico, genial… e íntimo. Demasiado íntimo e introspectivo para que eu deseje publicá-lo à desgarrada. Demasiado pessoal e reflexivo para que não me custe falar disso.

    As coisas especiais são-no porque respeitamos a sua aura, como dizia o Water Benjamin que tantos anos me atormentou na faculdade… Mas a verdade é que ele tinha razão. A “reprodutibilidade técnica” pode dotar até as coisas mais valiosas à indiferença. E as coisas valiosas são para guardar em copas, como no exército do país das Maravilhas.

    Mas como a Alice, também eu encontrei o meu coelho branco e lá tive de regressar para o mundo onde, como ele, andamos sempre atrasados. E é por isso que é tão bom parar de vez em quando. Não só para viver as “Maravilhas”, mas também pelo prazer de nos voltarmos a encontrar. 

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    • Zorze 23:06 on 05/07/2009 Permalink | Responder

      Realmente no teu jantar tive conhecimento de umas férias, que por curiosidade sobe não sei muito bem como… Tudo naquele dia foi estranho, estar uma semana fora, chegar cansado, receber um telefonema e ir jantar a Cascais… Mas valeu realmente.
      Não sei se é possível parar o tempo, mas se o fosse, seriamos esmagados numa massa… O tempo é a existência da vida. É o inimigo e aliado da consciência. Na vida temos nas mãos a responsabilidade dos rumos “decisões” tomados. (Como gosto da musica “Vai o homem do Leme… dos Xutos).
      Sem saberes!!! tomaste a melhor decisão da tua vida dar atenção a ti mesmo, algo que eu ignorei em mim, sofrendo graves consequências do esforço despendido…
      Mais engraçado, enquanto as baterias da tecnologia foram ficando nas lonas, a tua memória foi carregada sem te aperceberes. Deste origem a mais umas páginas do álbum da tua mente e um filme foi realizado.
      PS: “reprodutibilidade técnica”, fui apanhado descalço, vou averiguar. Espero que consiga estar a altura de uma boa resposta!!! (muito tecnico)

  • CarlaOliveira 21:15 on 11/03/2009 Permalink | Responder
    Tags: Desafios, ,   

    Alho-porro II – the return 

    OK, os EUA estupidificam-nos um bocadinho, admito! Mas não sei porquê, aquele alho-porro teve um efeito qualquer em mim…

    Em primeiro lugar, um esclarecimento a todos os que me têm dito: “Mas aquilo não tem formato de um alho-porro!“. Ora aí é que se enganam!!! Amigos, alho-porro não nasce na prateleira do supermercado, tem uma existência prévia nos campos. Foi lá que o conheci. Ora vejam…

    (pequena nota para o blog onde fui buscar esta imagem: adorei as receitas =) e tb o livro da Joanne Harris )

    A sabedoria popular até costuma dizer que uma cabeça de alho-porro seca atrás da porta afasta o mau olhado e traz boa ventura!

    Mas vá, porquê o retorno do alho-porro agora??? Então não é que hoje, no meu último dia de trabalho neste estágio, havia um NOVO ALHO-PORRO na cozinha?

    Só porque tenho de justificar esta minha fixação por este objecto “estranho e familiar”, vou acreditar que foi um sinal…  Assim:

    Fórmula: NOVO-ALHO-PORRO = NOVOS DESAFIOS + ADEUS MAU OLHADO + OLÁ BOA SORTE!!!

     
    • asiram85 21:24 on 11/03/2009 Permalink | Responder

      LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL não consigo parar de rir!!!

      Mas este parece mais uma flor 😀

    • aristides oliveira 23:15 on 11/03/2009 Permalink | Responder

      O alho porro, um dia na América será trnsformado num satélite ecológico 🙂

      Cá em Potugal já é utilizado na versão portuguesa da depuralina verde, 🙂

    • Telma 11:56 on 12/03/2009 Permalink | Responder

      Essa coisa assim tão perto da máquina assustou-me! AAAHHHHHH!!!! :-@

    • rosa 15:35 on 12/03/2009 Permalink | Responder

      Pois podes não saber minha linda…mas o teu belo e inovador “alho porro” americano já é velho cá… tão velho que desapareceu! Desculpa lá desiludir-te, mas é o que dá ser old and wise ( e fora de prazo, de moda, e eu sei lá que mais…), a malta alembra-se de coisas que vocês nem conheceram!
      Mas é verdade! Em casa da minha mãe existiu um alho porro desses sem tirar nem por de um verde enervante que, com o tempo, passou a cor de burro quando foge… 🙂
      Entretanto desapareceram sem deixar rasto. Registe-se que eu teria os meus 10 anos…é só fazer as contas…pois…48 menos…coisa e tal… Vê lá!
      Já te estou a ver em pânico! Os americanos estão desactualizados!!!! Nem cartãozinho de crédito/débito para a malta do cartão jovem e ainda por cima instrumentália de cozinha tão dinossaurica que já não existe na tua santa terrinha… Vamos longe para aprender e é o que dá! AHHHHHHHHHHHHHH….

    • rosa 15:58 on 12/03/2009 Permalink | Responder

      E digo-te mais…o substituto desse velho alho porro aqui em terras lusas é um device altamente sofisticado que consiste numa esponja dupla (esponja + esfregão scotch brite) com um cabo reservatório de detergente. Muito inteligente. Existem dois exemplares em minha casa e as minhas unhas não sobrevivem sem eles.
      Ora diz lá isso aos “Camones”!

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