Actualizações Recentes Página 2 Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • CarlaOliveira 2:30 on 30/06/2011 Permalink | Responder  

    Hoje só me apetece… 


    “Não pertencer nem a mim!

    Ir em frente, ir a seguir

    A ausência de ter um fim

    E da ânsia de o conseguir!”

    Estou a pensar nisso 🙂

     
  • CarlaOliveira 1:55 on 05/05/2011 Permalink | Responder  

    Enquanto houver estrada para andar… 

    … Que a dependência é uma besta
    Que dá cabo do desejo
    E a liberdade é uma maluca
    Que sabe quanto vale um beijo

    Enquanto houver estrada para andar
    A gente vai continuar
    Enquanto houver estrada para andar

    Enquanto houver ventos e mar
    A gente não vai parar
    Enquanto houver ventos e mar…

    Jorge Palma

     
  • CarlaOliveira 22:20 on 20/04/2011 Permalink | Responder  

    Querido blogue,

    Não tenho tido nem tempo nem concentração para me dedicar a ti como mereces e como tanto gostaria. Essa coisa a que eu chamo o tirano do momento – o tempo – insiste em trair-nos a cada instante e nunca há tempo para nada. Somos constantemente inundados de novos desafios e oportunidades que rapidamente se equacionam como heresias se lhes renunciarmos… Ora porque os íconezinhos do Facebook insistem em estar sempre vermelhinhos, ora porque o bip do e-mail está sempre a apitar, ora porque temos 6 eventos nesta semana a que ainda não respondemos nem sabemos como responder, ora porque é imperativo aprender uma nova língua (porque estamos imersos num mundo global mas há quem ainda não o tenha percebido e nos faz ter de aprender a falar como eles…), ora porque temos um projecto a decorrer que exige a nossa atenção, ora porque a nossa amiga vai casar e a outra vai ter um filho, e a outra tem uma doença, e a família sente a nossa falta e a faculdade nos recruta e o país nos solicita… Enfim, sabem que esta temática do tempo sempre me fascinou e podia dissertar sobre dromologia durante horas e horas e horas. Aliás, é algo que tenho na lista de TO DOs (na categoria dos “mesmo para fazer”) 😉
    É uma crueldade ter-te aqui assim, abandonado, olhar para ti todos os dias, pensar em tudo aquilo que podia fazer de ti e fazer contigo… ainda para mais és o meu rosto, o sítio onde muitas pessoas que gostam de mim vêm com frequência e nem a elas, nem a ti, nem por mim tenho sabido dedicar a atenção que sinto que todos merecemos (a economia da atenção é outro tema sobre o qual hei-de dissertar… um dia!).
    No fundo acho que acabei por (e por favor não te sintas injustiçado ou traído) te menosprezar pelas outras prioridades que me arrebataram, como o Facebook!
    Quando me apercebi, cheguei a mudar-te o layout e os temas vezes sem conta, mas a verdade é que por muito que tente fazer imergir uma coisa na outra, convergindo os perfis, interesses e redes sociais para um mesmo espaço, para mim eles têm e hão-de ter sempre identidades diferentes. Aqui gosto de me expressar de forma mais ponderada e profunda, no Linkedin de forma profissional e estratégica, no Twitter para partilha de notícias e de ideias que não quero que muitas pessoas saibam (bah, não vale ir lá agora espreitar porque é suposto serem provocações que passem mais para o.. despercebidas) e o Facebook tenho-o para todos os momentos – aqueles mais imediatos e os assuntos mais actuais que compõem a nossa vida a cada momento, e é também uma das principais e mais desafiantes ferramentas de trabalho. Aqui no capítulo o conteúdo tem de ser mais íntimo e intemporal, profundo e dedicado… mas, pensa lá, em tempos onde todos os momentos e todos os minutos se tornaram imediatos e a vida se resume a uma série de assuntos “actuais” que se atropelam, a temas absolutamente inadiáveis que se digladiam entre si aos milhares pela relevância zaragateando entre estímulos que vamos recebendo e reivindicando o maior destaque, torna-se complicado (mas não impossível) gerir a minha dedicação a ti (dedicação = disponibilidade mental, temporal, criativa, técnica e tudo o mais).
    No entanto, não quis deixar de vir aqui expor publicamente este meu sentir… Não seria justo para contigo, para com quem me segue nem sequer para comigo própria.
    Aqui há tempos disseram-me: se tu não consegues gerir uma coisa tão simples e que controlas completamente como as idas ao ginásio (sim, é a cruel realidade, mas é algo que depende quase exclusivamente de nós e nem isso sabemos e conseguimos gerir em fórmulas matemáticas de 1 hora por dia, pelo menos 3 vezes por semana), então como é que te hás-de propor conseguir alcançar objectivos maiores para o teu futuro?!
    Foi cruel para mim também ouvir quando mo disseram, mas tocou-me de tal forma que mantenho a ideia tão presente como uma pedra no sapato para me ajudar a lembrar a cada passo que tenho de saber gerir aquilo que posso controlar e ir dando os meu pequenos passos e alcançando os pequenos sucessos da minha vida… Caso contrário não irei mais longe que isto.
    Eu estou aqui, mesmo não verbalizando ou tornando visível a minha presença, a minha vida continua aqui e partilhada. E no Facebook, e no Twitter, e no telemóvel e no e-mail e no pensamento e no coração… Estou sempre por perto, acreditem. E tenho opiniões, muuuuitas! Só não tenho é (ainda) a lição estudada para arranjar e construir disponibilidade para as exprimir adequadamente. Mas vamos dando um passo de cada vez, ok?
    Felizes os que conseguiram ler-me até ao fim! 🙂 Obrigada.

    Beijinhos,
    Carla

    http://www.facebook.com/oliveira.carlasofia
    http://pt.linkedin.com/pub/carla-oliveira/a/890/a0
    http://twitter.com/#!/CarlaOliveira
    Skype: oliveira.carlasofia

     
  • CarlaOliveira 18:30 on 02/04/2011 Permalink | Responder  

    Breaking uninteresting news :P 

    Pintei o cabelo de preto 🙂

     
  • CarlaOliveira 11:27 on 25/03/2011 Permalink | Responder  

    ACEITAM-SE DESCULPAS 

    Carla Oliveira Ilimitada está a aceitar DESCULPAS para reforçar o seu departamento de Desenvolvimento e Comunicação Interpessoal. Procuram-se candidatos com o seguinte perfil:

    • Formação Superior Sensatez Aplicada
    • Experiência mínima comprovada de humildade
    • Conhecimentos sólidos em software de Comunicação Interpessoal
    • Boa capacidade de expressão em qualquer língua ou forma de comunicação
    • Auto-motivação e sentido de responsabilidade
    • Criatividade
    • Proactividade
    • Ambição e perspectiva de continuidade
    • Boa capacidade de trabalho em equipa
    • Boas capacidades de análise e compreensão de dados

    Oferece-se:
    Integração numa estrutura dinâmica e de forte espírito relacional.

    Política de reconhecimento de esforço e dedicação

    Integração num projecto aliciante e em fase de constante expansão

    Aprendizagem e formação constante

    Política de incentivos altamente gratificante

    Trabalho continuo e possibilidade de crescimento e progressão

    Remuneração acima da média e de acordo com a prestação demonstrada

    Grandes possibilidades de progressão e integração nos quadros

    Empresa: Carla Oliveira, Ilimitada
    Tipo: Full-time
    Ver oferta de emprego em http://www.cargadeimaginacao.eu/aceitamsedesculpas

     
    • Nuno Massano 15:40 on 25/03/2011 Permalink | Responder

      Se a entidade patronal não quiser alguém à imagem e se prometer com o que cumpre, e retribuir na mesma medida, pode ser que tenha sorte.

  • CarlaOliveira 11:11 on 18/03/2011 Permalink | Responder  

    o bom disto tudo é quando ele me… 

    (… o bom disto tudo é quando ele me consegue trazer estes estados de alma que eu não sou de expressar. Vivo heterónima de mim num Álvaro de Campos que me consubstancia, acalma, conforta, completa… E no meio dos nadas onde me perco e de onde não me reencontro, nas noites de almofada molhada em que os lençóis se revolvem em insónias sem nexo nem fim, ele conforta-me com um sentimento irmão. E não é que faça sentido, mas é aí que está a cumplicidade do sentido.)

    Nada me prende a nada.

    Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
    Anseio com uma angústia de fome de carne
    O que não sei que seja –
    Definidamente pelo indefinido…
    Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
    De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

    Fecharam-me todas as portas abstractas e necessárias.
    Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
    Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

    Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
    Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
    Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
    Até a vida só desejada me farta – até essa vida…

    Compreendo a intervalos desconexos;
    Escrevo por lapsos de cansaço;
    E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
    Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
    Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
    ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

    Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma…
    E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
    Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
    (E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
    Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
    Onde supus o meu ser,
    Fogem desmantelados, últimos restos
    Da ilusão final,
    Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
    As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

    Outra vez te revejo,
    Cidade da minha infãncia pavorosamente perdida…
    Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui…

    Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
    E aqui tornei a voltar, e a voltar.
    E aqui de novo tornei a voltar?
    Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
    Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
    Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

    Outra vez te revejo,
    Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

    Outra vez te revejo – Lisboa e Tejo e tudo -,
    Transeunte inútil de ti e de mim,
    Estrangeiro aqui como em toda a parte,
    Casual na vida como na alma,
    Fantasma a errar em salas de recordações,
    Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
    No castelo maldito de ter que viver…

    Outra vez te revejo,
    Sombra que passa através das sombras, e brilha
    Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
    E entra na noite como um rastro de barco se perde
    Na água que deixa de se ouvir…

    Outra vez te revejo,
    Mas, ai, a mim não me revejo!
    Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
    E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim –
    Um bocado de ti e de mim!…

    Álvaro de Campos

     
  • CarlaOliveira 3:23 on 15/03/2011 Permalink | Responder  

    O tempo voa. 

    Pena que eu não possa voar com ele…

     
  • CarlaOliveira 2:04 on 23/02/2011 Permalink | Responder  

    O amor vivido nas histórias do “e foram… 

    O amor vivido nas histórias do “e foram felizes para sempre…” sempre me levantou muitas dúvidas. Mas se no amor houve algo que nunca questionei foi a evidência do transtorno interior. E sei que amo sempre que o amor me toca e me transtorna. E é um transtorno transcendente que nos eleva, apesar de esta ser uma dedução racional de um sentimento físico…

    Seja ou não seja o amor uma evidência racionalizada, percebi isso do amor quando me deixei tocar por algo mais do que uma pessoa, do que uma rosa vermelha, uma caixa de bombons ou até mesmo um anel. Deixei que essa coisa entrasse em pequenos rasgos inesperados em momentos do dia-a-dia e deixei-me “apaixonar” (naquele sentido superior à paixão) até ao transtorno.

    Talvez tudo isto seja complicado para quem ainda não se deixou, verdadeiramente, levar. É um pouco como o atingir um orgasmo (e falo especificamente no caso da mulher, assumindo deliberadamente as diferenças naturais e idiossincráticas daquele tipo de orgasmo feminino que só existe para lá do plano físico). Se não nos deixarmos ir, é impossível lá chegarmos… Assim é o amor. Aquele amor transcendente que só existe se o deixarmos entrar.

    Hoje percebo que o amor não acontece. O amor existe. O que acontece é o transtorno que só tem lugar quando nos deixamos levar. E sabe tão bem… Principalmente porque o amor deixa de ser aquilo do “e viveram felizes para sempre” e passa a ser omnipresente e passível em vários momentos, entre várias pessoas, para com objectos, para com outros seres, único ou repetível… num fluxo de energias que nos move, que nos preenche e que nos transtorna.

    E hoje deixei-me apaixonar mais uma vez. Senti aquela avalanche de volts revolver-me por dentro, eriçar-me os poros e deixar-me os pêlos em pé… Fazer-me caminhar como uma barata tonta, desnorteada e longe de mim, pisando os pés descoordenados e com força em sentidos perplexos… E deixar-me irrequieta como se tivesse tido um pico de tensão que teima em não baixar até sentirmos que algo de estranho se passa (Há um momento em que pensamos mesmo se não será uma questão de saúde). Torna-se estranho. Depois vai passando e fica um borbulhar no peito até que aos poucos desvanece. No final parece que perdemos umas quantas calorias e sentimo-nos estranhamente reconfortados, meios sem-jeito.

    Será assim o amor? Será isto o amor? E mais importante do que isto, terá o amor de ser exclusivo entre dois seres, duradouro e unicamente bidireccional?! Não poderei amar o que não sabe que está a ser amado ou o que não me ama de volta?! Não poderei amar algo num momento de forma profunda e devota e simplesmente deixar de sentir as energias a fluir num outro momento perante o mesmo objecto?!

    Bem, na minha concepção de amor, isto É amor e não tem de ser exclusivo nem eterno nem bidireccional. Amor num sentido meta-relação do “e viveram felizes para sempre”, num sentido mais transcendente e imaterial não tem nem deve deixar-se prender pelas amarras culturais do “e viveram felizes para sempre”. Não tem de se consumar, só tem de se sentir… E o que se sente é pessoal, único e intransmissível. Logo, não tem de ser exclusivo nem eterno nem bidireccional nem partilhado… O amor é cá dentro e não acontece. Deixa-se que entre e que, simplesmente, Seja.

     
  • CarlaOliveira 20:03 on 01/02/2011 Permalink | Responder  

    Shhhhh! 

    Se emudeces as minhas palavras é porque a minha presença te é ensurdecedora.

    (Mas não te inquietes… eu não me vou calar para que não deixes de ter alguém que possas abafar e que continue a dar sentido a essa tua birra – perdão, tua vida!

    Rrrsssssss… Deus me perdoe que eu não sei o que digo e não sei calar o que sinto.

     

     
    • Nuno Massano 21:06 on 01/02/2011 Permalink | Responder

      Eh lá! Alguém te fez um mal muito grande! Isso vai mal. ihih

  • CarlaOliveira 2:43 on 25/01/2011 Permalink | Responder  

    Pedaços do meu Portugal… 

    Tenho umas centenas de fotos para editar e no meio de umas quantas que ando a seleccionar para um álbum a que penso chamar “Pedaços do meu Portugal” encontrei esta que me inspirou para o momento de vivemos hoje… Um momento em que me apetece retornar às origens porque, como dizia Jorge Palma (Rio Grande), “Se perderes a direcção da Lua olha a sombra que tu tens colada aos pés”…

    É o reflexo de um povo que inova mantendo-se fiel às suas raízes. Que se reinventa sem se descaracterizar. Que vive emproado mesmo sob as suas próprias fraquezas. Que se envaidece mas não se sabe valorizar. De matéria delicada, mas resistente. Impermeável… De vestes coloridas mas soturno na alma. Emproado na pose, mesmo quando está coxo. Reveste-se de símbolos que não sabe muito bem o que significam: Amor? Paz? Tradição? Simplicidade? Natureza? Terra? Sangue? Futuro? Altivo no seu pedestal, mas empoleirado no suporte alheio. Embandeirado para se legitimar. Figura de proa. Ponto de referência. Representação da permanente expectativa do amanhecer, do dia, o anúncio da alvorada… A expectativa, a expectativa…

    Mas não deixa de ser galo. Auto-proclamada divindade da capoeira num mundo de galinhas resignadas. E pintos medrosos. E bebedouros comuns, pisando carpetes de feno e lutando pelo milho em renúncia da ração – que é para os pobres sem categoria. A arraia-miúda de outras espécies.

    Galo que se digne tem de ser “do Campo”. Não é alimentado a ração que lhe enche o bandulho e que lhe traça o desígnio final. Cada trago, cada gole, um passo na entrega à vontade dos soberanos.

    Pobre galo, armado aos cucos, qual Galo da Índia, não chega nem ao poleiro, nem consegue acordar este mundo adormecido nem fazer-se ouvir na sua própria capoeira…. Ou no seu próprio “Campo de origem Demarcada”… Diz que vozes de burro não chegam ao céu, mas será que as vozes de Galo alguma vez chegarão a algum lado?!

    Cheguem, não cheguem, a verdade é que ele lá continuará empoleirado nas torres das igrejas e nos telhados elevados, indicando o caminho a favor dos ventos e da ambição. Ergue o peito, Galo! Já que tens a fama, faz um bom proveito do teu poleiro porque quer queiramos, quer não, és tu quem lá está nos postais desse mundo como cartão de visita de um país que se quer digno na sua condição…

    E agora que já me deixei de metáforas, deixo-vos uma outra visão do mesmo Portugal. Bastante melhor, mas só por ser em HD! 😉

    http://www.visitportugal.com

     
    • Nuno Massano 13:20 on 25/01/2011 Permalink | Responder

      Concordo com essa visão a 100%, ao que acrescento o velhinho “Portugal” do Jorge Palma, que tão bem ilustra o (in)desenvolvimento de Portugal. Como foi dito ontem (24JAN2011) por António Murta, no Prós e Contras, Portugal é um país pore com manias de rico. O problema é que isso não se manifesta apenas no plano económico e financeiro, manifesta-se na arcagança, numa novelização que fazemos das nossas vidas. Teremos rumo? O mesmo Murta defende que modéstia e desenvolvimento são perfeitamente compatíveis. E eu também acredito plenamente nisso. Para se juntar as duas basta trabalhar e sentir-se parte de uma comunidade, lutar por um objectivo comum, sem egoísmos e egos elevados.

c
Compose new post
j
Next post/Next comment
k
Previous post/Previous comment
r
Responder
e
Editar
o
Show/Hide comments
t
Go to top
l
Go to login
h
Show/Hide help
shift + esc
Cancelar