Simples.

Quantas vezes na vida retornamos às coisas… simples?!

Hoje visto umas calças de ganga, uma blusa branca e o trago o cabelo solto.

Da minha mala despejei as coisas complicadas. Restou a carteira, um pacote de lenços, as chaves e os telemóveis.

Comi pão com manteiga e bebi leite ao pequeno almoço.

No caminho perguntaram-me onde ficava a Beloura. Disse “na primeira rotunda, à direita”.

Pus 20 Euros de gasolina. Sem descontos ou cartões.

Depois bebi um café. Normal. Sem açúcar.

Enviei emails a dizer “Ficheiro em anexo” e “Obrigada”.

Almocei uma salada. De sobremesa, gelatina.

Pressionaram-me e respondi. “Até ao final da semana”.

Hoje não me apetece complicar.

Ser simples não é ser básico. É dar espaço à evidência da razão.

Por isso é que hoje, o que quer que me perguntem, não vou complicar:

Sim. Ou não.

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