Ao virar da página

Desde que voltei de L.A. que ainda não tinha voltado ao local que dá o rosto a este espaço, ali em cima, bem no topo desta página. Como eu disse há tempos, este é um local para ir apenas nos momentos especiais, aqueles que não devem ser planeados, têm de acontecer…

Assim foi e, mais uma vez, voltei a ser feliz nesse local mágico que dá para o Oceano e sinto que foi então que uma página se virou. Vejam o que comemos, desta vez em Portugal (mafuca, ri-te com esta 😛 )

 

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Depois de 2 meses a comer nachos na Califórnia e no México, daqueles acabadinhos de fazer, cheios de salsa, queijo e molho guacamole, eis que vou a Cascais e volto a saborear os ditos, desta vez sem o travo a “influências mexicanas” da SoCal., mas com a memória dessa temporada doida que aí vivi.

Depois, a somar a este despertar da memória, eis que assistimos a um pôr-do-sol magnífico, daqueles que se perdem no horizonte e que deixam o sol repleto de cores quentes e deliciosas por largos minutos. Lembrei-me de novo dos sunsets da Califórnia e de repente recordei que a beleza das coisas não está nas coisas em si, mas no olhar de quem vê. Porque o olhar é muito mais do que se vÊ. É a soma disso com as memórias de tudo o que vimos e o imaginário de tudo o que queremos ver…

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E foi nesse local, o tal que está bem lá no topo desta página e que deu o mote ao tema deste Capítulo, que senti que se tinha virado uma página. Como num ciclo. Então, a partir da próxima semana este blog passará a chamar-se …. … …. ….

….

Terão novidades em breve 😉

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