A baixa de L.A.

Há tanto tempo em L.A. e ainda não tinha ido visitar a Downtown desta cidade que contém em si outras 88 cidades, quase 10 milhões de habitantes (um Portugal, leia-se) e mais de 1200 Km2 de extensão. 

O dia tirado não chegou nem para um décimo da baixa que se estende como líquido derramado pelas ruas, parques, monumentos e edifícios magestosos. Só tivemos oportunidade de visitar um pouco da Baixa, onde se encontra o L.A. City Hall e o Civic Center.

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Fomos ainda ao Business District que, como o nome indica, é o centro empresaria e financeiro de L.A. onde está o arranha céus Wells Fargo Center, conhecido como o centro da banca californiana e que tem forma de prisma.

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Entre os principais edifícios encontrámos ainda o First Interstate Center que é o mais alto edifício de LA e se distringue pela sua forma cilíndrica com um género de coroa no topo. Tem os seus honrosos 310m de altura e 73 andares!!! E é esta a melhor memória que guardo da Downtown – a sensação de abismo da altura e o sentimento intimidador dos arranha-céus que se empoleiram pelo ar e nos fazem contorcer o pescoço para trás deixando uma réstia de pequenez da existência.  (post sciptum: …como eu gostava de ir também a Nova Iorque…)

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Vimos ainda a linha férrea (dita) mais pequena do mundo que é como que o nosso elevador da Glória, lol, e que se chama Vôo dos Anjos (na cidade dos anjos…). Nada de especial, diga-se… e estava fora de serviço.

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O Pershing Square (o primeiro parque da cidade) deixou muito a desejar e o Grand Central Market – que é um mercado interior) tem um ar abandonado e medonho. Nestas zonas vimos uma avultada concentração de mendigos, como em qualquer outra grande cidade mas que, com o pousar do sol, se torna um pouco desconcertante para duas moças em L.A….

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Atravessando a baixa encontrámos ainda ruas que, à semelhança da nossa rua do Ouro e da Prata lisboetas, se destinam exclusivamente à Joalharia, aos Brinquedos e à Arte. Vimos o Museum of Contemporary Art – MOCA e o Walt Disney Concert Hall onde a nossa Mariza actuou na passada Quarta-feira, dia 18.

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Como sempre tive uma estranha veia cosmopolita, adorei conhecer a Downtown. Estranhei imenso a ausência de carros às 4pm, mas gostei do facto de não nos terem cobrado os 16 dólares de parque por sermos “regulars” <great excuse>. Vá-se lá saber o que passou na cabeça do senhor por nos ter feito esta feita, mas a verdade é que soube mesmo bem!!!

No entanto, no ar ficou a saudade da minha Lisboa… Falta-lhe a imponência, mas supera na personalidade e naquela aura que nós tão bem conhecemos da menina e moça, tão linda

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