No more “instant-something”

Pois é! E eis que me cansei cultura do instantâneo. Convoquei o Ponto Final para um jantar cá em casa e inaugurámos o protesto ao “ready-made”.

– Morra o Ready-made, morra! PIM!
– Se o Ready-made é Americano, eu quero ser Português. Morra o Ready-made, morra!!!

 

… Então a lição para o dia de hoje vai ser “Como fazer sopa quando não se tem varinha mágica em casa“.

A regra número um é ter uma máquina de batidos.

A regra número dois é (obviamente), ter um avental.

A regra número três é ter uma boa dose de paciência,. persistência e criatividade.

Finalmente, uma esponja e um pano irão dar também muito jeito… Ah, se puderem ter uns legumes, tanto melhor 😉 Eheheh. A nossa sopa foi feita com curgete (que aqui são em tamanho XS), cenoura, cebola e espinafres. Água, sal e um nadinha de azeite. E digo-vos, soube pela vida!!! Por momentos senti-me em casa e com uma reconfortante memória da sopa da mamã! …e foi tão bom estar perto em sentidos…

Créditos:

Este post foi escrito em memória dos bons tempos de gastronomia portuguesa e em homenagem à minha minha mãe =) Fica também um pedido de desculpas a  Almada Negreiros, mas estava em desespero de causa e tive de me “Manifestar” também…  
Este post não pretendia também ferir susceptibilidade da D. Gastronmia Americana, espero não vir a ser processada!!! Ahahah. E já agora, fiquem com este momento de glória (Nuno, esta é para ti!!! =D )
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